E é neste contexto, que o mundo pode ver essa coisa ridicula de invasão no parlamento o uso de violência patrimonial e até físico. A confirmação pela Policia de Washington de quatro poessoas mortas, durante essa invasão. Uma senhora que não foi divulgada o nome assassinada com tiro no peito. E dois homens mortos e mais uma senhora. O interessante que essas identidades não foram reveladas.
O chefe da policia Robrt Contee, cofirmou todas essas informações de cunho criminoso mas não há maiores detalhes. Houve 52 cinquenta e dois presos dos quais 47 desrespeitaram o toque de recolher, que entrou em vigor em Washington.
No fianl do dia, o parlamento que havia suspendido a sessão voltou concluiu os trabalhos e anunciou a vitoria de Joe Bidem. E embora Trump continue a sustentar que essa eleição foi fruadolenta nenhum tribunal americno encontrou vestígios destas fraudes.
Entre os manifestantes deensores do Donald Trump, um ser humano vestido com a fantasia do Batman, coisa interessante esse é um personagem que mostra na sua identidade secreta ser um capitalista que sai fazendo justiça aos mais fracos, ou em defesa da lei ou da ordem. Evidente que isto é só fantasia. Nenhum empresário está preocupado com isto e sim com o lucro de seu negócio e com seu bem estar individual. Afinal é isto no capitalismo. Não há sentimentos coletivos.
E o que podemos dizer de toda a manifestação é recordar que para todo mundo, o capitalismo chegou as alturas, porém recordando o filósofo Senéca, cujo o nome é Lucio Aneu Secena, falecido em 65.d.C em Roma dizia, que onde há altura há pricipicio. Eu creio que o trumpismo ou movimento que apoiam esse presidente de cara laranja, está merlhando no pricipicio.
E tudo o que ocorreu na capital estaduniendense parece que foi um teatro, mas foi uma realidade triste.E para tal temos que pensar, filosofar, refletir, como diria William Shakespeare "filosofia, doce leite da adversidade". É o capitalismo é contradição, eleições é um jogo e ha quem perde e há quem ganha e Donald Trump e seus apoiadores precisam entender, a adversidade, pois quem disputou precisaria entender e saber das regras da eleição e da vida no capitalismo. Tudo é na plena adversidade.
Manoel Messias Pereira
professor de história
São José do Rio Preto-SP.



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