A Consciência do tempo
a gente cresce,
casa, tem filhos, envelhece
mas guarda para sempre
o jeito traquina da arte
de ser moleque,
o sorriso inocente
de quebrar vidraças
de nadar na represa
de jogar bola
com a desenvoltura
de um craque,
Ah! quanta saudade,
desperto assim deste sonho
quando um pirralho
me grita ou vô,
voce me compra um pirulito.
Manoel Messias Pereira
poeta
São José do Rio Preto-SP. Brasil
professor, poeta
São José do Rio Preto-SP. Brasil
poeta
São José do Rio Preto-SP. Brasil
professor, poeta
São José do Rio Preto-SP. Brasil

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