José Artiga um herói máximo da nação Uruguaia, disse em suas palavras proferidas em 1815, "Desejo que os índios, em seu povoado, se governem a si mesmos, para que cuidem de seus interesses como nós dos nossos". Lembremos que eles tem esse direito e seria uma degradação vergonhosa para nós mante-los discriminados apenas por ser indígenas.
A frase do herói uruguaio, ja passou de 205 anos, parece que essa fala é de uma aprente atualidade, foi por isso que no Uruguai os professores passaram a observar nas salas de aula o imaginario os meninos em relação a comunidade indigena.
E todas as vezes que solicitavam um desejo sobre o índio a criança mostrava um desejo muito parecido com dos indigenas sioux, que pertencem ao território norte americano.
Essas imagens também pude observar em trabalhos infantis e infato juvenil nas escolas que trabalhei. E eu um dia parei e disse sabe, nós moramos no Brasil, e aqui indígenas não faz esse tip de habitação. E somos um país riquíssimo em relação a cultura destes habitantes nativos.
Portanto a imagem que os meninos do uruguai tem e também os brasileiros mas que devido a lei 11645/08 deve estar mudando no contexto educacinal eram a imagem propagada por Wollywood. Devido a isso um grupo de professores uruguaio resolveram que era chegada a hora de acabar com essa carencia pedagôgica, acentuadas por décadas principalmente durante o governo militar.
E essa carecia, é que os tais governos militares, são necessariamente submisso as Operações Condor, Brother Sam, portanto são autoridades de joelho humilhantemente ao governo estadunidense.
Por isto lá no Uruguai foi lançado nos anos 80, portanto no final do século XX os Cuardenillos de nosotros,que propunham uma outra imagem dos charruas considerados os primeiros hbitantes do País, e mais fiel as descrições contemporâneas e aos estudos arqueológicos.
Essa foi uma medida para auxiliar os materiais destinados a apoiar o professor primário, incluindo temas de matemática ou de geograia e sobretudo contribuições da própria criança. E assim os Cadernillos sugeriam um debate um pouco mais aprofundados com as crianças e consequentemente com as amílias, sobre a volrização cultural do povo uruguaio.
Esse é um temo que observei que estava comentado num trabalho de pós graduação da Universidade Federal do Rio de Janero de 2008 som o tema "Singualaridade como regime degrandesa: nação e indivíduo com valores no discurso artístico brasileiro. E um tema abordado por Patricia Reinheemer. E por isto achei importante estabelcer essa ponte entre ela e a frase do lider uruguai que foi tema de uma simples reportagem em dezembro de 1986 no Caderno do Terceiro Mundo. Um instrumento jornalista que está extinto infelizmente do nosso convivio no Brasil.
Manoel Messias Pereira
professor de história, cronist e poeta
São José do Rio Preto-SP. Brasil


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