o cemitério
O silêncio
teórico
dos formalistas
em sessões
poéticas,
e as tentativas
de uma
reescritura
a beira
de um
túmulo,
polidez
em busca
de uma
nova história,
com
o silencio,
entre
flores,
e um abraço
de quem
entende
que todos
morrem,
mas ninguém
desejas,
e chora,
em silencio.
Manoel Messias Pereira
poeta
Comentários
Postar um comentário