Meu arbítrio poético
sigo o ritmo da razão poética
trago a a intuição confusa
e a percepção sensata
como ser, que compromete-se
de amar fraternalmente
a construção da estrada
sedimentada pelas caminhadas
de uma comunidade que luta
pela vida de respeito à todos e a tudo
pela leitura de mundo
em que a fraternidade
tem parceria com a solidariedade
e mais ainda com a internacionalidade
porém tem no meio do caminho,
o estorvo plutocrático sociológico,
que alimenta o selvagem capitalismo
abrindo intermináveis fendas
de desigualdade e lágrimas
e, assim recorro-me ao socialismo
ideológico e essa é a filosofia
que alimenta minha razão poética.
Manoel Messias Pereira
poeta
São José do Rio Preto- SP. Brasil

Comentários
Postar um comentário